O Projeto Bolsa Atleta Social reinicia suas atividades no mês de abril. O projeto é aprovado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), e realizado com recursos vinculados ao Fundo Municipal da Infância (FIA). Atende adolescentes de 13 a 17 anos, pertencentes à famílias usuárias da Política de Assistência Social, selecionados pelas equipes técnicas do Cras, Creas e Escolas. 


Para participar do projeto os adolescentes precisam estar frequentando com assiduidade a escola regular ou Ensino de Jovens e Adultos, apresentando rendimento e bom comportamento, bem como deverão participar do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e de uma modalidade esportiva ou cultural, recebendo uma bolsa mensal no valor de 15% do salário mínimo nacional (atualmente R$ 143,00). O projeto atenderá até 30 adolescentes, já selecionados. 


No ano de 2017 o projeto foi avaliado de forma positiva pelas escolas, equipes e famílias envolvidas, garantindo a continuidade do mesmo para o ano de 2018. O Projeto Bolsa Atleta além de proporcionar a aprendizagem social, esportiva e cultural para o adolescente, lhe confere também independência, cidadania e autoestima pela conquista das suas primeiras receitas pessoais. Possibilita o acesso e permanência na escola, o fortalecimento das famílias por meio de informações, remuneração para complementação da renda familiar, formação e qualificação profissional aos adolescentes possibilitando o acesso ao mercado de trabalho, preparando-os assim para este novo  mundo de possibilidades. 


O projeto é desenvolvido pelo Cras articulado com a Fundação Municipal de Esportes (FME) e o Departamento de Cultura. Concomitante a prática desportiva ou a participação em uma modalidade cultural os(as) adolescentes serão atendidos pela Política de Assistência Social por meio de equipe profissional do Cras, Creas e do SCFV, realizando acompanhamento contínuo e permanente, por meio de ações planejadas que possam propiciar aos adolescentes inseridos no projeto vivências para o alcance da autonomia e protagonismo social; desenvolvimento de competências para a compreensão crítica da realidade social e do mundo contemporâneo; reconhecimento do trabalho e da educação como direito de cidadania; repassar conhecimentos sobre o mundo do trabalho e ainda contribuir para a inserção, reinserção e permanência do adolescente no sistema educacional.