O prefeito de Águas Frias, Ricardo Rolin de Moura, assumiu a presidência do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento da Infraestrutura Rodoviária (Cidir), na quinta-feira (26), em reunião do consórcio. 


Atualmente o consórcio é formado por 15 municípios, Pinhalzinho, Saudades, Nova Erechim, Águas Frias, Modelo, Sul Brasil, Serra Alta, Bom Jesus do Oeste, São Carlos, Águas de Chapecó, Campo Erê, Saltinho, Cunha Porã, Cunhataí e Nova Itaberaba.


Conforme o prefeito, o consórcio é muito importante para os municípios, pois barateia o custo do asfalto. “Agora temos algumas ideias novas surgindo para o Cidir. É uma responsabilidade assumir o comando do consórcio, já estava como vice-presidente na última gestão e os integrantes do Cidir, acharam por bem nos conduzir a presidência”, ressalta, agradecendo a confiança lhe depositada dos 14 prefeitos. “Vamos fazer com que o consórcio realmente continue no mesmo patamar, atendendo bem os municípios”, diz.


O prefeito de Pinhalzinho, Mário Afonso Woitexem, que deixou a presidência do Cidir menciona que fica feliz pelos resultados obtidos durante sua gestão. “Um ano onde teve redução de repasses de recursos, tanto do governo federal, quanto do governo do Estado. Criou-se uma expectativa grande na vinda destes recursos, então tivemos que fortificar o consórcio e esses recursos acabaram não vindo, mas conseguimos regularizar o Cidir, trabalhamos forte para isso durante a gestão”, pontua.


Lembra ainda, que o Cidir é um consórcio de modelo único no país. “Quando ele foi criado houve muito sacrifício e coube a nós dar continuidade e regularizar tudo o que estava acontecendo. O consórcio deu certo, precisamos parabenizar as gestões passadas e é desta forma que os municípios precisam agir para que possam se fortificar”, salienta Woitexem.


Durante a reunião do Cidir, foi definido que o consórcio terá seus próprios funcionários, via cedência, mas proporcionará que cada município possa ter um serviço a mais feito pelo consórcio. “Para Pinhalzinho isso é muito importante, pois sempre que a usina funcionava nós acabávamos perdendo cerca de 30% do efetivo da mão de obra do DMER, ou seja, ficávamos sem fazer serviços dentro da cidade, sem ter mão de obra, com serviço pendente, com máquinas paradas. Agora tem a parte legal, mas acredito que em 60 dias isso já esteja resolvido e o município volta a ter força máxima de trabalho”, destaca.