O Museu Histórico de Pinhalzinho participou da 17ª Semana Nacional de Museus que ocorreu de 13 a 19 de maio, com o tema “Museus como núcleos culturais: o futuro das tradições”.  


Como atividade, o Museu de Pinhalzinho realizou no dia 16 de maio, na sede do CTG, uma roda de conversa sobre o futuro das tradições e apresentações culturais. O evento teve como lema: ‘Museus como núcleos culturais: o futuro das tradições’.


O Museu Histórico de Pinhalzinho como já vem trabalhando e desenvolvendo projetos com as culturas do município e região, pensou em realizar o encontro para fomentar as tradições através de danças e canções de alguns grupos mais tradicionais, promovendo um intercâmbio com suas tradições e expressões culturais.


A coordenadora do Museu, Neiva Lermen, salientou que o evento foi planejado por três fatores, primeiro porque recebeu do prefeito Mário Afonso Woitexem a missão de pensar na cultura como um segmento mais amplo, dinâmico e inovador que além das atividades que a cultura hoje exerce, que pensasse também nas etnias e grupos culturais do município, pois a cultura do município é muito rica. Segundo fator, é porque já tem no Museu trabalhos desenvolvidos pelas etnias e que levou o município ser destaque estadual e nacional. O terceiro fator, que o tema que veio a nível nacional do IBRAM Museus, como núcleos culturais: o futuro das tradições. “Juntando estes três fatores, a equipe do Museu, junto com o diretor de Esporte e Cultura, Flávio Both, decidimos realizar este momento cultural de danças e canções tradicionais”, disse.


Participaram do evento grupos culturais e etnias locais e da região: Associação Italiana Trivênita de Pinhalzinho; Associação Cultural Alemã Unser Heimatlant de Pinhalzinho; Associação Grupo de Danças Jugend Vorwarts de Saudades; Associacione Bellunesi Nel Mondo Famiglia di Pinhalzinho; Associação Coral Pinhalzinho; e GTG Porteira do Pinhal.


O prefeito, em seu pronunciamento, mencionou os últimos desastres históricos ocorridos, como o incêndio que destruiu o Museu Nacional do Rio de Janeiro. “Isso é história e faz com que nós governantes, pensamos em alguma forma que faz com que a cultura tenha condições de se manter, se fortificar e possa andar sozinha. Pensando nisso, que fizemos essa incorporação da Cultura junto com o Esporte, para que pudéssemos formar a Fundação de Cultura e Esporte, através de Projeto de Lei que encaminhamos para a Câmara de Vereadores. Esse projeto será uma transformação para a Cultura do nosso município, porque vai dar autonomia para as nossas etnias, onde o município vai poder, de forma legal, destinar recursos para que todos os grupos possam, através de edital, se candidatar e utilizar dinheiro na cultura da forma que entenderem que será melhor aplicar”, destacou.