No dia 03 de dezembro, a equipe da Secretária de Assistência, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) realizou uma avalição do Programa Idoso Visitador.  


O programa foi implantado no município em 2013, conta atualmente com 16 idosos visitadores e com 34 famílias que receberam ou recebem a visita destes idosos. O programa é complementar ao serviço de proteção social básica no domicílio executado pelo Cras, por isso recebe acompanhamento da equipe técnica. 


Conforme a secretária de Assistência Social, Ivone Orso, no encontro participou a equipe técnica do Cras de Sul Brasil para conhecer a metodologia de trabalho do programa com intuito de estar implantando naquele município. “Ele, ao logo dos anos tem um resultado bastante positivo na vida dos idosos que recebem a visita, bem como, nos idosos que realizam a visita. O município de Pinhalzinho sente-se orgulhoso e lisonjeado em poder compartilhar essas experiências que proporcionam mudança na vida das pessoas, principalmente quando essas pessoas são idosas”, destaca. 


A coordenadora do Cras de Pinhalzinho, Suamy Sachett, o programa é destinado a idosos que recebem o benefício de prestação continuada e estão em situação de isolamento, sem muita vivência comunitária. “Isso muitas vezes por questões de saúde, acamados, sem muitas condições de se locomover. A ideia principal do programa é que pessoas da mesma faixa etária visitem esses idosos, por ter idade próxima elas criam um vínculo diferença e conseguem fazer mais trocas. Com as visitas pudemos perceber que os idosos estão mais comunicativos, se expressam melhor, valorizam mais a sua história de vida e também começam a sair mais de casa. Conseguimos perceber o resultado do programa, na melhorar de qualidade de vida dos desses idosos”, aponta. 


O idoso visitador, Neri Koch, diz que as visitas são também para valorizar essas pessoas, que às vezes tem dificuldades de sair de casa, de socialização com outras pessoas. “Nós com visitadores, contribuímos para que essas pessoas se sintam um pouco mais amparadas afetivamente, conseguimos transmitir mensagens de alegria, prosperidade e que eles se sintam também valorizados. O ser humano necessita de compartir um pouco da sua vida também com outras pessoas”, ressalta.