O Programa de Controle da Dengue de Pinhalzinho realizou na semana que passou os trabalhos de visita para o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa).

 

Que é o mapeamento rápido dos índices de infestação por Aedes aegypti. Suas vantagens é a identificação dos criadouros predominantes e a situação de infestação do município. Permite o direcionamento das ações de controle para as áreas mais críticas. O LIRAa é um programa do Estado.

 

Conforme o secretário de Saúde, Elmo Zanchet, o risco para dengue em Pinhalzinho passou de baixo para médio. “Em 2016, o levantamento do LIRAa foi feito no mês de novembro, uma época em que não tinha nada de anormal, com o verão e números de focos, infestou a cidade de Pinhalzinho, assim como outras cidades do Estado. A nossa preocupação é grande porque tivemos 18 casos suspeitos, mas nenhum foi confirmado para dengue, mas a nossa cidade está infestada do mosquito Aedes aegypti, então se vier algum contaminado para o município causa uma epidemia de forma muito rápida”, ressalta.

 

Para o mapeamento do LIRAa, 295 residências foram visitadas, nestas foram encontrados sete focos do Aedes aegypti. “Estes sete focos não foram encontrados em armadilhas, mas em recipientes normais que estavam com água parada, como latinhas, pneus, etc. Dos sete focos que foram para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), todos confirmaram para o mosquito Aedes aegypti. Hoje Pinhalzinho tem 39 focos, a cidade toda está infestada”, afirma Zanchet.

 

O secretário pede para a população que todos ajudem a combater o mosquito, que fiquem vigilantes. “O problema não é só de um, mas de todos, porque se tivermos uma epidemia no município não será somente um prejudicado, mas grande parte da população, como ocorreu em 2016”, assegura.