Na manhã de segunda-feira (16), estiveram reunidos no Hospital de Pinhalzinho, médicos, enfermeiros, Secretaria Saúde, direção do Hospital e o prefeito Mário Afonso Woitexem, para tratar sobre o Coronavírus. A reunião foi convocada pelo prefeito, para preparar toda a equipe de Saúde em âmbito municipal.


O diretor técnico do Hospital, médico Cristian Fiorini, fala sobre as medidas adotadas para atendimentos de possíveis casos em Pinhalzinho. “Realizamos uma reunião para elaborar estratégias para esses atendimentos. Mesmo não tendo nenhum caso registrado no Oeste de Santa Catarina, precisamos nos preparar e dar um passo a frente com estratégias de atendimento e de educação preventiva”, ressalta. 

Ele aponta que ficou definido que o Hospital de Pinhalzinho e a Secretaria Municipal de Saúde vão agir em conjunto, orientando pacientes, auxiliando na procura de atendimento e no modo de tratar os pacientes. “Esse vírus não é tão letal quanto outros, mas ele causa sintomas graves em cerca de 20% dos pacientes, como dificuldade de respirar, febre alta, tosse mais pronunciada, são esses pacientes que precisam procurar atendimento. Os demais, com sintomas mais leves, a recuperação deve ser em casa, a domicílio”, afirma.


O secretário de Saúde, Elmo Zanchet, enaltece que a medida de orientar as pessoas com sintomas leves de gripe a não buscar atendimento nas Unidades ou no hospital é para evitar aglomeração e também evitar que contaminem outras pessoas que aguardam atendimento. “Decidimos nesta reunião, que a doença que com certeza virá também para Pinhalzinho, mesmo não sendo grave, devemos evitar que ela se espalhe rapidamente e tudo isso depende do bom senso de quem estiver com sintomas de evitar locais públicos”, destaca, acrescentando que para atendimento, os pacientes podem ligar nas Unidades de Saúde ou no hospital que serão orientados. 

O prefeito, Mário Afonso Woitexem, que convocou a reunião, salienta que a intensão foi ouvir os profissionais da saúde sobre o Coronavírus. “A orientação, é que devemos trabalhar primeiro os grupos de risco, que são os idosos, pela questão de terem outras doenças que a idade traz. De imediato, ficou a orientação para que façamos a suspenção das atividades que tenham aglomeração de idosos”.


Woitexem ressalta ainda que a taxa de mortalidade do Coronavírus é de cerca de 1%, apontando que não há motivos para desespero da população.