A administração municipal de Pinhalzinho desvinculou o Consórcio Intermunicipal de Infraestrutura Viária (Cidir) da estrutura interna da administração pinhalense.


Esta atitude foi tomada em comum acordo com todos os municípios que formam o consórcio, sendo aprovada pela Câmara de Vereadores de Pinhalzinho.


O prefeito Mario Afonso Woitexem, comenta da importância deste ato. “O Cidir, nossa usina de asfalto, é um grande negócio para os municípios associados. Mas tínhamos neste período a oneração dos funcionários, porque todos que trabalham no Cidir são da prefeitura de Pinhalzinho e estão em nossa folha de pagamento. Então, todos os dias em que se utilizava a usina para produzir asfalto, independente para que município do consórcio fosse, perdíamos estes 15 trabalhadores do nosso quadro. Isso nos faz falta, não é só questão da folha de pagamento, mas é questão de nossa estrutura de funcionários para prestar serviço aqui na nossa cidade”, ressalta.


Woitexem destaca que o consórcio foi muito difícil de ser montado, foi um desafio, reconhecendo quem teve coragem de implantar o Cidir. “Cabia para quem viesse depois ir melhorando isso, foi o que pregamos em nossa proposta de governo, que tudo o que era bom iríamos manter e melhorar. Essa foi uma grande melhora, conversamos com os prefeitos dos demais municípios que compõem o consórcio, então, hoje o Cidir não presta só serviços de asfalto é um consórcio de infraestrutura, que envolve uma série de outros serviços”, aponta, acrescentando que foram desvinculados 15 servidores da prefeitura e cedidos para o Cidir, que não estarão mais na folha de pagamento de Pinhalzinho. 


“Agora os municípios receberam um reforço de mão de obra para suas atividades de infraestrutura e isso também foi uma grande conquista”, enaltece Woitexem. 
Quando o Cidir não estiver usinando asfalto, dentro de seus municípios os 15 colaboradores irão prestar outros tipos de serviços, como em Pinhalzinho, onde o Cidir está executando os passeios da Rua Fortaleza, no bairro Santo Antônio.


“Todos os municípios já passaram uma relação dos serviços que precisam ser executados, como pintura de faixas, pintura de canteiros, bocas de lobo, podas e árvores, entre outros, então, na medida em que é possível, quando não tem asfalto, os funcionários fazem isso. Além disso, também integrando o consórcio, junto com a usina de asfalto está sendo montada uma fábrica de tubos, para que os municípios possam ter suas drenagens pluviais com mais facilidade e com custo mais baixo”, aponta.