Durante o mês de dezembro de 2018, a agricultura enfrentou um período de falta de chuva, o que dificultou para a realização de alguns trabalhos, ameaçando algumas lavouras e também contabilizando algumas perdas. Já neste mês de janeiro, tem um excesso de frequência de chuvas o que também dificulta para o setor, principalmente na colheita da silagem.  


Conforme o secretário de agricultura, Honorino Dalapossa, com toda essa oferta de umidade e calor que é prejudicial em alguns momentos, também é totalmente benéfica para o desenvolvimento das gramíneas que hoje tem uma importância econômica grande para a nossa região. “A gramíneas é à base do alimento para os animais. Ela tem o período de desenvolvimento e estando ela na fase madura, precisaria do sol para a pré-secagem ou secagem para colher em forma de pré-secado ou feno para armazenar, preparando isso para os períodos entressafra e de inverno, onde tem um desenvolvimento menor de gramíneas”, diz.


O secretário aponta que a atividade da colheita da silagem não para e pós-colheita há necessidade de formar nova lavoura, nova safra. “As propriedades daqui possuem áreas de terras pequenas e não podem esperar ou perder nenhum momento para formação de uma segunda safra”, menciona Dalapossa, acrescentando que a chuva diária está trazendo um desconforto muito grande para os produtores.