“Seja a mudança que você quer ver no mundo”. Com esta frase, iniciou no sábado (07), a caminhada cívica envolvendo desde escolas, clubes de serviço, associações culturais, entidades, instituições, e a comunidade pinhalense em geral.


Com o tema central ‘Oito jeitos de mudar o mundo’, cada pelotão trouxe abordagens diferentes, como: saúde e qualidade de vida; prevenção; indústria, inovação e infraestrutura; trânsito e segurança; entre outros.


No ano 2000, a ONU lançou os oito jeitos de mudar o mundo, objetivos estes que deveriam ser atingidos até o final de 2015.


Neste ano, entre os dias 25 e 27 deste mês, mais de 150 líderes mundiais estarão reunidos na ONU para adotar uma nova agenda de Desenvolvimento Sustentável, que deverá ser implementada por todos os países do mundo, durante os próximos 15 anos. 


Acredita-se que é possível deixar um mundo melhor para as futuras gerações, sem ter que pegar em armas, sem destruir o meio ambiente e acabar com os animais, construindo relações saudáveis, agindo com ética e responsabilidade nas ações do dia a dia, respeitando as diferentes opiniões e tendências, buscando o entendimento de todas as formas. 


O secretário de Educação, Fabrício Fontana, avaliou positivamente o evento. “O desfile foi maravilhoso. As entidades envolvidas estiveram há mais de 60 dias na preparação dessa caminhada cívica que encerrou a Semana da Pátria. Ficamos satisfeitos porque tivemos uma aula de civismo e de patriotismo. O tema nos remete a pensar qual é a nossa posição quanto cidadão para que esse mundo, esse país, esse Estado, esse município seja melhor. Cada um fazendo a sua parte, colaborando, buscando cumprir com seus direitos e obrigações, sem dúvidas, vamos ter um Brasil e um Pinhalzinho melhor”, afirma.


O prefeito, Mário Afonso Woitexem, ressalta que a intensão com o evento era mostrar a população, ao povo brasileiro, que temos que transformar esse país em uma grande nação através dos nossos atos, através do cumprimento dos nossos deveres. “A população de Pinhalzinho deu exemplo, com o dever de se envolver junto as escolar, junto às entidades, o dever de participar do ato cívico. É isso que nos enche de esperança, de motivação a lutar, exigindo os nossos direitos, mas primeiro cumprindo com os nossos deveres, desta forma construiremos esse grande nação, chamada de Brasil”, enfatiza.